Toda pessoa tem sonhos. E, cada vez, sonhamos mais alto, natural.

Sim, mas também vemos que o tamanho dos sonhos, em geral, está maior. Consequentemente, alcançá-los requer mais preparo, maturidade, vontade e foco. A questão é que nós acabamos sendo tomados por uma ansiedade de que tudo se resolva. E, acontece que é comum ver as pessoas ficarem pelo caminho, sem fôlego, ou melhor, sem conquistas.

Pensei em quatro coisas que podem te levar à vitória. A primeira é saber o que se quer. Parece óbvio, irrelevante ou simplista. Mas não é. Se eu perguntar para você como você quer estar daqui cinco anos, aposto que vai demorar para responder.

Portanto…defina, com riqueza de detalhes, o que quer.

Segunda atitude para a vitória. Não se compare, modele. Escolha uma pessoa para ser sua referência e estude o que ela fez para chegar lá. Nada tem de inveja ou venenoso nisso. Trata-se de uma análise que irá te dar elementos para trilhar o mesmo caminho vitorioso.

Para isso… analise, esboce, elabore rotas.

Terceiro passo, esse bem mais importante. Não desanime. Ao ver que o outro chegou lá, dificilmente valorizamos a trajetória dele. Mal sabemos os perrengues e os atritos psicológicos que enfrentou. Portanto, não julgue o seu modelo para não se julgar também. Nós somos nossos piores inimigos. Esse momento é decisivo para a vitória. Não se chega a lugar algum com medo,baixa autoestima ou querendo passar por cima do outro.

Preste atenção aos seus pensamentos…se a vontade afrouxar, é hora de ler um livro estimulante, rever vídeos de alguém que você escolheu como modelo, fazer uma triagem dos itens sabotadores que criamos. Digo que inventamos desculpas, totalmente articuladas, montadas de forma racional, para explicar a mudança de rota…aquele desvio de foco que é matador.

Atravessando esse deserto de pensamentos, que reúnem vícios, dores, crenças e medos, o quarto passo fica mais leve.

Esse passo leva à concretização, move e faz você enxergar a real possibilidade de alcançar algo. É também o momento em que só temos nós e a linha de chegada. Basta continuar respirando. A única exigência é a concentração. Nada pode falhar nessa hora. É como se fosse a hora do nascimento de um bebê. Ninguém pisca.

Nessa etapa pré-conquista, é importante caprichar no uso de boas ferramentas. Alinhar desejos, imaginar os resultados, sentir o gosto como se a conquista já estivesse próxima e não desistir. Vale para uma conquista amorosa, profissional, física. A superação envolve treinamento mental, exige músculo no cérebro. Nada acontece se o esforço não começar na forma de pensar.

A autorrealização não aceita desculpas, não envolve culpar o outro, não acaba no quarto passo. Agora, é a hora em que chegamos no topo da montanha. No próximo texto, falarei sobre o sabor de uma conquista e, o mais difícil, a manutenção dessa sensação de felicidade.

Carla Brandão
Comunicadora por opção. Jornalista por profissão. Especialista em desenvolvimento humano por vocação. Pensamentos transformadores, evolução e treinamento. Visão divertida sobre automotivação, administração do tempo, melhoria contínua e inovação. Life Coach e Palestrante com foco na transformação da vida em uma fonte de aprendizado e felicidade!
email: carla@acommunica.com.br

COMPARTILHAR

DEIXE UMA RESPOSTA